Seul alega que aviões militares chineses e russos entraram em sua zona de defesa aérea

Seul alega que aviões militares chineses e russos entraram em sua zona de defesa aérea

Fonte: Bandeira



A Coreia do Sul informou que mobilizou aviões de combate como medida de precaução após mais de 10 aeronaves militares chinesas e russas terem entrado em sua zona de defesa aérea neste sábado (27).

Mundo: Trump apresenta novo passaporte dos Estados Unidos, e documento traz sua foto

Terremotos na Venezuela: número de mortos sobe para 920, enquanto ajuda internacional chega ao país

O Estado-Maior Conjunto, em Seul, declarou que as aeronaves chinesas e russas entraram e saíram da Zona de Identificação de Defesa Aérea Coreana (KADIZ) sobre os mares do do Leste e do Sul.

"As forças armadas da Coreia do Sul detectaram as aeronaves chinesas e russas antes que elas entrassem na zona e mobilizaram caças da Força Aérea para se prepararem para qualquer eventualidade", afirmou o comunicado, sem fornecer mais detalhes.

O Estado-Maior acrescentou ainda que as aeronaves chinesas e russas não violaram o espaço aéreo sul-coreano.

O Ministério da Defesa chinês afirmou que suas forças aéreas e as da Rússia realizaram uma "patrulha aérea estratégica conjunta" neste sábado sobre o Mar do Japão, o Mar da China Oriental e o oeste do Pacífico.

Essa iniciativa permitiu que ambos os países "demonstrassem sua determinação e capacidade de preservar conjuntamente a paz e a estabilidade regionais", enfatizou.

Uma zona de identificação de defesa aérea não é espaço aéreo soberano, mas sim uma zona tampão onde os países identificam aeronaves que se aproximam por motivos de segurança.

Geralmente, espera-se que aeronaves militares notifiquem o país em questão antes de entrarem em sua zona de defesa aérea, embora tal notificação não seja uma exigência legal. A Coreia do Sul e o Japão reagiram quando nove aeronaves militares chinesas e russas entraram na KADIZ em dezembro de 2025, o incidente anterior desse tipo.