Servidor público, vice na chapa de Pablo Marçal declara quase meio bilhão em criptomoedas - QTU Questões do Universo

Servidor público, vice na chapa de Pablo Marçal declara quase meio bilhão em criptomoedas

Fonte: Bandeira da fonte

Leonardo Avalanche (PRTB), o vice de Pablo Marçal na corrida pela presidência, declarou ter mais de R$ 491 milhões em criptomoedas.
Natural de Anápolis, em Goiás, Avalanche é servidor público estadual.

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Além do montante em cripomoedas, Avalanche também declarou R$ 2,23 milhões em obras de arte e mais de R$ 1 milhão em joias.

Leonardo Avalanche é presidente do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB).
Anteriormente, ele seria o candidato do partido para a disputa pela presidência.
Ao acolher Marçal, ficou para vice do coach.
O registro da candidatura, no entanto, ainda precisa ser analisado e aprovado pela Justiça Eleitoral.
Marçal está inelegível até 2032.
No início do mês, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) rejeitou, por unanimidade, os embargos de declaração apresentados pela defesa do empresário e manteve a condenação que o tornou inelegível por oito anos por uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2024.
Formado em direito, Avalanche também já trabalhou como analista de sistemas no setor privado.
No registro de sua candidatura, ele aparece como "servidor público estadual".
Ele foi coordenador da campanha de Pablo Marçal à prefeitura de São Paulo, em 2024.

O presidente do PRTB já se envolveu em polêmicas.
Durante a campanha de 2024, vieram a público áudios nos quais ele dizia ter influência na soltura de André do Rap, uma das principais lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Avalanche negou a autenticidade do material e afirmou que os áudios haviam sido produzidos com inteligência artificial.
O episódio levou ao seu afastamento temporário do comando do partido, e Marçal saiu em sua defesa publicamente.

Em setembro de 2025, a Justiça Eleitoral de Goiás homologou a expulsão de Avalanche do PRTB, que havia sido substituído na presidência da legenda pelo advogado Amauri Pinho.
Em fevereiro de 2026, porém, a Justiça Eleitoral determinou a reversão da expulsão.