Serviço do Banco Central que protege CPF de fraudes bancárias já teve 1 milhão de adesões
A ferramenta criada pelo Banco Central (BC) para impedir que criminosos abram contas bancárias em nome de terceiros chegou a 1 milhão de ativações. O número foi divulgado nesta sexta-feira pela própria autarquia. Batizado de BC Protege+, o serviço funciona como um bloqueio.
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Ao ativar a proteção, o usuário informa a todos os bancos e instituições financeiras que não deseja abrir contas naquele momento e que não autoriza ser incluído como titular ou representante em contas de terceiros. Antes de abrir qualquer conta, essas instituições são obrigadas a consultar o sistema. Se a proteção estiver ativa, a abertura é automaticamente impedida.
Segundo o BC, a medida adiciona uma camada extra de segurança ao processo de identificação e busca reduzir casos de contas criadas sem autorização — utilizadas, por exemplo, em golpes digitais ou movimentações irregulares.
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A ativação é gratuita e pode ser feita e desfeita a qualquer momento. Para usar o serviço, é necessário acessar a área logada do Meu BC com uma conta gov.br de nível prata ou ouro e verificação em duas etapas habilitada. Dentro da plataforma, o usuário localiza o BC Protege+ e ativa a proteção. Quem estiver cadastrado como colaborador de uma empresa no gov.br também pode ativar a proteção para o CNPJ.
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Quando o usuário decide abrir uma conta ou ser incluído em uma já existente, precisa retornar ao sistema e desativar temporariamente o bloqueio. Há ainda a opção de determinar uma data de reativação automática, para evitar que a pessoa permaneça desprotegida após concluir o procedimento desejado.
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