'Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais 2026': mergulhe na música erudita com grandes nomes da cena clássica
Em sua 31ª edição, a "Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais" apresenta uma programação cuidadosamente curada para celebrar a música em sua expressão mais elevada. A temporada reúne intérpretes e conjuntos de referência mundial, convidando o público carioca a viver uma experiência artística ampla, diversa e marcada pela excelência.
O Clube te espera com desconto para tornar essa jornada ainda mais especial! Descubra a temporada, escolha seus concertos e viva a música de perto com a atmosfera que a Dellarte cria há mais de quatro décadas.
Confira a programação a seguir:
Franz Liszt Chamber Orchestra & Pablo Barragán (clarinete) - 20 de abril
Em atividade desde 1963, a Franz Liszt Chamber Orchestra já se apresentou em mais de 50 países e ganhou notoriedade como um dos mais refinados conjuntos de câmara do mundo. O prestígio da orquestra húngara pode ser medido pelo calibre dos músicos com os quais atuou ao longo das últimas seis décadas: nomes icônicos do século passado, além de grandes artistas da atualidade. E com a tradição de se associar a grandes talentos, a orquestra se apresenta no Rio de Janeiro com o clarinetista espanhol Pablo Barragán, um dos mais renomados profissionais de sua geração.
Prague Chamber Soloists & Radek Baborák (direção/trompa) - 9 de maio
Criada em 1961, a orquestra de cordas Prague Chamber Soloists é a formação mais antiga desse tipo em atividade contínua na República Tcheca. Sua história se confunde com a da música clássica tcheca no século XX. Um dos seus fundadores foi o lendário maestro Václav Neumann e, como indica o nome escolhido para batizar o conjunto, seus integrantes sempre foram músicos com ambição de solistas.
Ao longo de sua trajetória, passaram por suas fileiras astros como os violinistas Josef Suk e Gidon Kremer e o flautista Jean-Pierre Rampal. A formação atual é composta por 16 instrumentistas de cordas, que atuam como solistas, músicos de câmara, spallas e membros das principais orquestras tchecas. O trompista Radek Baborak se apresenta como solista e regente do grupo no recital carioca.
Danish String Quartet
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Danish String Quartet - 20 de junho
Descrito recentemente pelo jornal The New York Times como “o que há de melhor em música camerística”, o Danish String Quartet é formado por três músicos dinamarqueses e um violoncelista norueguês (que foi bem aceito no grupo, segundo o site oficial, por se parecer com um personagem da série “Game of thrones”).
A natureza leve e espirituosa dos integrantes do quarteto contrasta com a seriedade com que se dedicam à música, tendo iniciado a carreira camerística ainda na adolescência e angariado prêmios como o Musical America Ensemble of the Year, o Léonie Sonning Music Prize e indicações ao Grammy. Os programas de seus recitais costumam seguir essa mesma dualidade, combinando obras densas do universo clássico com música popular, como a trilha do filme “Sangue negro” ou canções folclóricas escandinavas.
Vanessa Wagner (piano) - 17 de agosto
Artista emblemática da cena francesa e vencedora do prêmio Victoire de la Musique, em 1999, Vanessa Wagner é reconhecida tanto por suas interpretações do grande repertório clássico quanto por suas incursões na música contemporânea, principalmente em obras do movimento minimalista.
Descrita pelo jornal Le Monde como “a pianista mais singular de sua geração”, apresenta no recital um programa que intercala prelúdios barrocos de J. S. Bach com estudos para piano do compositor americano Philip Glass.
Katia Labèque, piano & Marielle Labèque, piano
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Küchl Piano Trio - 19 de outubro
Ex-spalla da Orquestra Filarmônica de Viena e da Ópera Estatal de Viena, o violinista Rainer Küchl batiza um trio que preza pelo alto nível técnico e musical de seus integrantes. Ele próprio desenvolveu uma brilhante carreira tocando em duas orquestras que estão entre as melhores do mundo, sob a batuta de gênios como Leonard Bernstein, Carlos Kleiber e Karl Böhm.
Ao piano, está o austríaco Stefan Stroissnig, formado no Royal College of Music, em Londres, e ao violoncelo, o também austríaco Wilhelm Pflegerl, que foi revelado em um concurso estadual em Klagenfurt e, desde então, foi convidado a liderar naipes de importantes orquestras. O programa escolhido para o recital carioca traz duas obras-primas da tradição austríaca, que corre nas veias desses músicos: o trio nº 1 de Schubert e o trio “Arquiduque” de Beethoven.
Katia Labèque (piano) & Marielle Labèque (piano) - 16 de novembro
Descritas como “grandes intérpretes” pelo compositor americano Philip Glass e “as irmãs que transformaram o duo de piano” pelo jornal The New York Times, as francesas Katia e Marielle Labeque se destacam pela sua incrível sincronia artística, chamada de “telepática” pelo periódico britânico The Times.
Elas alcançaram fama internacional com sua brilhante interpretação de “Rhapsody in Blue”, de Gershwin (um dos primeiros discos de ouro da música clássica) e, desde então, desenvolveram uma carreira impressionante, com apresentações ao redor do mundo e aparições junto a orquestras como as filarmônicas de Berlim, de Nova York, de Viena e de Londres, entre muitas outras do primeiro escalão. No Rio de Janeiro, as irmãs prometem mostrar por que conquistaram a admiração de Philip Glass, tocando uma de suas obras, “Les enfants terribles”, além de peças de Debussy e Schubert.
Prepare-se para uma temporada inesquecível, em que cada concerto é uma viagem pela beleza, técnica e emoção da música clássica. Aproveite os descontos do Clube e vivencie de perto a grandeza desses intérpretes internacionais!
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