Sem rota de fuga, marinheiros relatam falta de comunicação e suprimentos no Golfo Pérsico: 'Não há onde se esconder'
Em resposta aos ataques dos Estados Unidos e de Israel, o Irã passou a ameaçar abrir fogo contra qualquer embarcação que tente atravessar o Estreito de Ormuz. Desde então, drones, mísseis de cruzeiro e caças cruzando o céu tornaram-se parte da rotina de milhares de marinheiros presos em navios no Golfo Pérsico. Segundo a BBC, a escalada militar já deixou petroleiros e navios de carga imobilizados no mar ou retidos em portos, enquanto tripulações acompanham ataques aéreos nas proximidades. Estima-se que cerca de 20 mil marinheiros estejam nessa situação. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
