'Segundo cérebro de Mark Zuckerberg': fundador da Meta está treinando robô digital para ajudá-lo a ser CEO
O fundador do Facebook e fundador da META, Mark Zuckerberg, estaria treinando um novo robô digital, os famosos chatbots, com inteligência artificial, para ajudá-lo a comandar a gigante META.
Segundo a agência Reuters, há inclusive especulações de que ele estaria criando esse novo robô à sua imagem e semelhança.
Segundo informações recentes divulgadas pela Reuters, um novo sistema de IA está sendo desenvolvido com a proposta de atuar como uma espécie de 'segundo cérebro' para Mark Zuckerberg.
Ainda envolto em sigilo, o projeto já dá sinais do seu alcance. A ferramenta seria capaz de realizar tarefas estratégicas que, até então, exigiam a mobilização de equipes inteiras, como a busca e análise de informações internas, consulta a relatórios confidenciais da própria empresa e até a organização da agenda pessoal do CEO, incluindo o planejamento de férias.
A iniciativa está alinhada ao conceito de second brain, que vem sendo promovido internamente pela Meta. A ideia é oferecer aos funcionários assistentes digitais capazes de acompanhar o dia a dia de trabalho, reunindo dados, sugerindo caminhos e aumentando a produtividade. Esse movimento já impacta inclusive a forma como a empresa avalia seus colaboradores: o uso de inteligência artificial passou a ser um critério relevante nas análises de desempenho, exigindo que funcionários demonstrem, na prática, como utilizam essas ferramentas em suas rotinas.
O debate sobre produtividade e transformação do trabalho também ganha força fora da Meta. O investidor Mark Cuban, uma das vozes influentes do Vale do Silício, defende que o avanço da IA pode levar à redução da jornada de trabalho sem queda de salários. Segundo ele, o ganho de eficiência permitiria, ao menos inicialmente, uma diminuição gradual, como a redução de uma hora semanal, além de abrir espaço para que trabalhadores tenham mais tempo livre.
O que farão os executivos com o tempo liberado pela inteligência artificial?
No caso de Zuckerberg, cuja rotina pode passar a ser parcialmente gerida por algoritmos, a resposta ainda é incerta. O que já parece claro é que, à medida que a IA assume funções operacionais e analíticas, o papel da liderança tende a se concentrar cada vez mais em decisões estratégicas, e, possivelmente, em como gerir um mundo corporativo onde humanos e máquinas dividem responsabilidades.
