Secretário de Cultura do Rio reforça força da comunidade LGBTQIA+ para sucesso do Todo Mundo no Rio

 

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Copacabana volta a ser palco de um dos maiores eventos musicais do país com a apresentação de Shakira no projeto Todo Mundo no Rio, marcada para o dia 2 de maio. Após reunir multidões nos shows de Madonna e Lady Gaga, a iniciativa se consolida como uma vitrine internacional do Rio de Janeiro. Em entrevista exclusiva à coluna Agito, o secretário municipal de Cultura do Rio, Lucas Wosgrau Padilha, destacou que o sucesso do projeto passa diretamente pela força da comunidade LGBTQIA+, historicamente ligada à cultura pop e à consagração de grandes artistas no Brasil e no mundo.

Segundo o secretário, a relação entre divas pop e o público LGBTQIA+ é parte essencial da construção desses fenômenos culturais.

“A arte tem que ser uma expressão autêntica, tem que ter a ver com identidade, com orgulho e tem que chegar ao máximo possível de pessoas. Sem essa comunidade não haveria diva pop”, afirmou Lucas Wosgrau Padilha.

Para ele, a presença de artistas como Madonna, Lady Gaga e agora Shakira em Copacabana dialoga diretamente com esse público, que sempre esteve na base da criação, difusão e celebração da cultura pop.

Lucas também ressaltou que o show na praia carrega um simbolismo que vai além do entretenimento e se transforma em um espaço de afirmação e pertencimento.

“O show de Copacabana é um show do orgulho de todo mundo, inclusive do orgulho LGBT. É um grande momento para celebrar a solidariedade, para ser feliz e para aproveitar o Rio de Janeiro com segurança e alegria”, disse.

Na avaliação do secretário, esse ambiente de acolhimento e celebração é parte do que torna o projeto Todo Mundo no Rio tão potente e desejado por artistas internacionais.

A edição deste ano, com Shakira como atração principal, reforça essa leitura e a expectativa de mais um evento histórico na orla carioca. Para Lucas Wosgrau Padilha, o engajamento da comunidade LGBTQIA+ segue sendo um dos motores do sucesso do projeto.

“Sem a comunidade LGBT, não haveria diva pop. É essa base de criação que faz a cultura avançar e que transforma o show de Copacabana em um momento único para o artista e para o público”, concluiu o secretário.