Em maio de 1875, a notícia de que o maior empresário do Império pedira moratória correu pelo Centro, assustou depositantes, provocou corridas aos bancos e chegou ao Parlamento. Jornais da época permitem reconstruir como a Corte viveu os dias em que a pergunta deixou de ser apenas o que aconteceria com Mauá e passou a ser quem poderia cair depois dele
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Se até o maior empresário do Brasil estava sem dinheiro, quem estava seguro? O Rio em pânico em 1875
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Diario do Rio
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