Um policial militar identificado como 3º sargento Eliezil, lotado no 15º Batalhão da Polícia Militar (15º BPM), foi morto com uma facada no peito por volta das 19h desta segunda-feira (2), na 11ª Rua do bairro da Floresta, em Itaituba, no sudoeste do Pará. O crime ocorreu em frente à residência do pai da vítima.
O militar não estava de serviço no momento do ocorrido. De acordo com informações preliminares repassadas pelo major Renato, da Polícia Militar de Itaituba, o homicídio teria sido precedido por um desentendimento entre o sargento e outra pessoa nas proximidades da residência.
Durante a discussão, o suspeito teria atingido o militar com uma facada no peito. A vítima morreu em seguida.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar foi acionada e esteve no local para prestar socorro, mas constatou que o policial já estava morto. A faca utilizada no crime foi encontrada pela polícia e estava suja de sangue.
O principal suspeito do homicídio é um homem conhecido pelo apelido de “Beto”. Após o ataque, ele teria fugido e passou a ser procurado pelas equipes policiais.
Segundo o major Renato, policiais que estavam de serviço foram mobilizados e realizavam buscas para tentar localizar o suspeito. Em entrevista à imprensa local, o major informou que a Polícia Militar ainda não dispõe de detalhes sobre a relação entre a vítima e o suspeito.
A PM trabalha em conjunto com a Polícia Civil para esclarecer as circunstâncias do homicídio e pretende solicitar imagens de câmeras de segurança que possam ajudar a reconstruir a dinâmica do crime. A PM também pediu a colaboração da população.
Informações que possam contribuir para a localização do suspeito podem ser repassadas pelo telefone 190. Segundo o major, a identidade dos denunciantes será mantida em sigilo.
Demora na remoção do corpo Após o crime, o pai do policial, identificado como Antônio Oliveira Sena, conversou com a imprensa local e reclamou da demora na remoção do corpo do filho.
Segundo Antônio, o homicídio ocorreu por volta das 19h e, até as 21h10, o corpo do sargento ainda permanecia no local do crime.
O Liberal