Sandy faz reflexão sobre limites nas relações: 'Nos preocupamos muito com o que o outro vai sentir'

Sandy faz reflexão sobre limites nas relações: 'Nos preocupamos muito com o que o outro vai sentir' - Foto
Fonte da notícia: O Globo O Globo

A dificuldade de estabelecer limites pode aparecer tanto nas relações pessoais quanto na forma como cada pessoa lida com as próprias cobranças. Foi esse o ponto de partida de uma conversa entre Sandy e Duda Beat no programa "Nesse Canto Eu Canto", do Multishow.

Ao ouvir o relato da cantora pernambucana sobre culpa e autocobrança, Sandy levou a discussão para uma questão comum a diferentes relações: até que ponto considerar o que o outro sente significa deixar as próprias vontades em segundo plano? Sandy não mostra o rosto do filho nas redes: por que outros pais fazem o mesmo?

Festa de 3 anos de Mavie, filha de Neymar e Bruna Biancardi: até onde uma criança aproveita uma grande produção? Duda contou que costuma ser exigente consigo mesma e que essa cobrança, muitas vezes, parte dela própria.

A cantora também compartilhou um conselho que recebe de um amigo, relacionado à maneira como costuma lidar com as situações: "Tenho um amigo, que sempre fala para mim: 'Você não faz mal a ninguém. Só a você mesma'".

Na sequência, ela falou sobre o peso que coloca sobre si diante das expectativas externas. "Sou uma pessoa que sofro muito, me culpo muito.

Quando existe uma cobrança de fora, a minha cobrança já é muito maior comigo mesma", afirmou. Foi nesse ponto que Sandy ampliou a conversa para a dificuldade de equilibrar empatia e limites.

Para ela, a preocupação constante com as reações e expectativas de outras pessoas pode fazer com que as próprias vontades sejam deixadas de lado. "É um assunto profundo e complexo, porque, às vezes, nos preocupamos muito como vai bater no outro, o que o outro vai sentir, o que outro quer e eu, talvez, não esteja querendo dar", declarou.

A cantora também relacionou o tema à exposição que faz parte da vida pública. Segundo Sandy, estabelecer limites não significa deixar de considerar o outro, mas reconhecer que a preservação pessoal também precisa entrar nessa equação.

Essa preocupação, segundo ela, pode aparecer em diferentes espaços, inclusive dentro de casa e na relação com o público. "Tem limites saudáveis que precisam ser impostos, porque, senão, ferimos a nós mesmos e isso é dentro de casa, para a mídia, para os fãs, para os curiosos que estão aí futricando na nossa vida.

É importante ser empático e cuidar do outro, mas sem descuidar de nós mesmos", completou.

Publicação Original O Globo oglobo.globo.com
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