Salário de Brad Pitt em novo filme é sete vezes maior do que orçamento de 'O agente secreto'; compare valores
O ator Brad Pitt vai ganhar o maior cachê de sua carreira na continuação de "Era uma vez em... Hollywood" (2019), filme que rendeu a ele o Oscar de melhor ator coadjuvante em 2020. Segundo o colunista Matthew Belloni, do site americano "Puck", o astro de 62 anos vai receber US$ 40 milhões (R$ 206 milhões) ao final de seus trabalhos no longa inédito "The adventures of Cliff Booth".
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Para se ter uma ideia da dimensão desse valor, o cachê de Pitt é sete vezes maior do que o orçamento inteiro de "O agente secreto" (2025), produção brasileira que custou R$ 28 milhões. Em outras palavras, seria possível fazer mais de sete filmes como "O agente secreto" com o dinheiro que Pitt vai embolsar por um único trabalho.
Com lançamento marcado para o segundo semestre deste ano, o filme foi dirigido pelo cineasta David Fincher a partir de um roteiro original de Quentin Tarantino, diretor e roteirista de "Era uma vez em… Hollywood". A produção é uma continuação do universo criado por Tarantino, mas não uma sequência direta. "The adventures of Cliff Booth" se passa nos anos 1970 e acompanha a vida do dublê Cliff Booth (Pitt) após encerrar sua parceria com o amigo Rick Dalton (Leonardo DiCaprio).
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Matthew Belloni relata que Brad Pitt recebeu US$ 30 milhões (R$ 154 milhões) para protagonizar "F1: o filme" (2025) e US$ 35 milhões (R$ 180 milhões) por seus trabalhos com George Clooney em "Lobos" (2024). O novo contrato representa uma escalada consistente: cada novo grande projeto rende ao ator cerca de US$ 5 milhões a mais do que o anterior.
O colunista também conta que David Fincher recebeu US$ 20 milhões (R$ 103 milhões) para dirigir o filme, enquanto Tarantino recebeu a mesma quantia para liberar os direitos de uso de seus personagens em uma continuação. O orçamento da produção gira em torno de US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão). Juntos, apenas os três — Pitt, Fincher e Tarantino — consumiram ao menos US$ 80 milhões (R$ 412 milhões), ou seja, quase metade de todo o valor da produção foi para as mãos desse trio antes mesmo de qualquer tomada ser gravada.
Matthew Belloni diz ainda que Leonardo DiCaprio recebeu uma oferta de US$ 3 milhões (R$ 15,5 milhões) para fazer uma ponta como o personagem vivido por ele em "Era uma vez em… Hollywood", mas recusou a proposta.
