Sadio Mané, o líder em meio ao caos
Eram 47 minutos do segundo tempo quando a Copa Africana de Nações começou a viver uma das sucessões de eventos mais surrealistas que o futebol já testemunhou. O Marrocos recebeu o torneio com sua mais forte seleção na história, preparado apenas para levantar uma taça que não conquista há 50 anos. E diante de um estádio que clamava pela taça, viu Senegal chegar ao gol num dos últimos lances do jogo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
