Rússia determina que bancos do país abatam drones ucranianos por conta própria devido a falta de mísseis

Rússia determina que bancos do país abatam drones ucranianos por conta própria devido a falta de mísseis

 

Fonte: Bandeira



O governo russo está determinando que seus principais bancos que abatam drones ucranianos por conta própria, enquanto Moscou luta para defender locais estratégicos de ataques.

O parlamento russo aprovou uma nova lei que permite que bancos, incluindo o maior deles, o Sberbank, e outras instituições financeiras operem sistemas de defesa, informou a agência de notícias Reuters.

O documento também solicita que os bancos armem seus funcionários para se defenderem de drones sem a necessidade de envolvimento de forças especiais.

Anatoly Aksakov, chefe do comitê financeiro da Duma Estatal, afirmou que as instituições arcarão com os custos por conta própria.

Alexander Shokhin, chefe da associação empresarial mais influente da Rússia, disse a Vladimir Putin na segunda-feira que as empresas estavam dispostas a comprar armas mais pesadas e sistemas de guerra eletrônica para se protegerem de ataques com drones.

Irã retoma produção de mísseis e armamentos com ajuda da China e Rússia em meio ao cessar-fogo, afirma TV

Míssil iraniano atinge Israel em meio a guerra no Oriente Médio.

JACK GUEZ / AFP

O Irã retomou a produção de mísseis balísticos lançadores e outras armas muito mais rápido do que o esperado após a recente guerra com Israel e os Estados Unidos, informou nesta segunda-feira (25) o Canal 12 da emissora israelense, citando informações da inteligência americana e de um alto funcionário israelense.

Segundo o veículo, Teerã reiniciou a produção utilizando componentes remanescentes, instalações subterrâneas improvisadas e linhas de produção parcialmente restauradas, com assistência da Rússia e da China.

O Canal 12 também afirmou que autoridades de defesa israelenses estimam que o Irã poderá reconstruir sua capacidade de produção de drones em poucos meses e aumentar significativamente sua produção de mísseis balísticos em cerca de um ano, ou talvez até antes.

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país não cederá à 'pressão e exigências excessivas' nas negociações em curso com os Estados Unidos, enfatizando que Teerã pretende defender integralmente os direitos do povo iraniano.

Em discurso a representantes da Câmara de Comércio do Irã, Pezeshkian argumentou que, após o 'fracasso militar', os 'inimigos' do Irã se concentraram na 'guerra econômica'. Portanto, acrescentou, o governo e o setor privado devem abordar essa fase juntos 'com empatia, coesão e cooperação conjunta'.

Pezeshkian, citado pela agência de notícias iraniana IRNA, assegurou que o governo está trabalhando para apoiar a produção e a indústria, garantir o fornecimento de energia às empresas e simplificar as regulamentações para favorecer o setor privado.

O presidente identificou, então, entre as prioridades do Executivo, o crescimento das exportações não petrolíferas, o fortalecimento dos laços econômicos com os países vizinhos e o desenvolvimento da cooperação com organizações como o BRICS.