Rodrygo jogava com ligamento parcialmente rompido desde 2023 antes de sofrer lesão grave, diz jornal
A confirmação da ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA) e do menisco lateral do joelho esquerdo de Rodrygo expôs um detalhe que aumenta o peso do episódio: o atacante já atuava há quase dois anos com o ligamento parcialmente comprometido, afirmou o jornal americano The Athletic.
Como a lesão de Rodrygo impacta a seleção brasileira para a Copa do Mundo
Rodrygo rompe o ligamento cruzado do joelho e está fora da Copa do Mundo
O diagnóstico foi confirmado na terça-feira, após a derrota por 1 a 0 para o Getafe, pelo Campeonato Espanhol. A previsão é de até um ano de recuperação — o que praticamente tira o brasileiro da Copa do Mundo nos Estados Unidos, Canadá e México.
Em 2023, após exames detalhados, médicos decidiram não submeter Rodrygo a cirurgia para reparar uma ruptura parcial do LCA. A avaliação foi de que o caso poderia ser conduzido de forma conservadora, sem intervenção cirúrgica imediata.
Fontes ouvidas sob condição de anonimato afirmam que esse tipo de lesão nem sempre exige cirurgia, desde que acompanhado de:
Fisioterapia intensiva
Reforço muscular específico
Trabalho preventivo constante
O risco de agravamento existia, mas poderia ser mitigado com controle de carga e monitoramento contínuo.
A estratégia foi considerada adequada à época, segundo pessoas próximas ao jogador. O estafe de Rodrygo reforçou que “todos os seus problemas físicos sempre receberam as soluções mais adequadas para a melhor recuperação possível”.
Na prática, Rodrygo vinha jogando com um ligamento já fragilizado. O episódio contra o Getafe transformou o risco teórico em ruptura completa.
O atacante havia acabado de retornar após período afastado por tendinose na coxa direita. A partida foi sua primeira desde 1º de fevereiro.
Em mensagem publicada nas redes sociais, o brasileiro demonstrou abatimento:
— Um dos piores dias da minha vida, como eu sempre temi essa lesão… talvez a vida tenha sido um pouco cruel comigo ultimamente.
