O Estado do Rio de Janeiro vive um momento decisivo para o equilíbrio das contas públicas. Depois de nove anos no Regime de Recuperação Fiscal (RRF) — marcados por forte alta da dívida, liminares e renegociações —, a adesão ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas (Propag) reduziu a prestação mensal da dívida com a União de cerca de R$ 490 milhões para R$ 119 milhões e trocou a correção de IPCA mais 4% ao ano por algo próximo de zero, para os próximos 30 anos. É um fôlego histórico; a chance de o estado conter a trajetória explosiva da sua dívida. Mas não é a cura. O alívio veio condicionado a um serviço da dívida que, mesmo menor, crescerá com o tempo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Rio tem de aproveitar alívio para pôr as contas em ordem
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