O inglês de 77 anos sabia bem o que queria para o novo álbum: antes de entrar em estúdio, comprou uma bateria e gravou as batidas das novas canções para a banda que lhe serviria de apoio. Assim, deu a cara autoral ao projeto, garantindo um equilíbrio raro entre precisão, energia e espontaneidade. As letras revisitam a contracultura dos anos 1960 e 1970, entre drogas, hippies e falsos gurus. A faixa Cocaine Walking, Booze Talking termina em um solo que lembra por que Thompson é um dos grandes guitarristas do rock. Disponível nas plataformas digitais.
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