Responsável por abrir portas para diretores brasileiros, Festival de Roterdã se firma como incentivador de novos nomes do cinema
Kleber Mendonça Filho guarda no celular uma foto antiga pela qual tem muito carinho. Nela, o cineasta aparece ao lado de Maeve Jinkins e Pedro Sotero, respectivamente atriz protagonista e diretor de fotografia de “O som ao redor” (2012), em pose diante de um complexo de salas de cinema do Festival de Roterdã, onde seu primeiro longa-metragem de ficção ganhou première mundial naquele ano. O filme só havia se tornado possível graças ao apoio inicial recebido do Fundo Hubert Bals, programa anual de apoio a projetos de jovens realizadores de países periféricos criado pela mostra holandesa em 1988. Assim, o festival serviu como a primeira plataforma internacional para o diretor pernambucano, que agora simboliza o bom momento do cinema brasileiro no mundo com a indicação de seu “O agente secreto” a quatro Oscars. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
