Em décadas de carreira, o jornalista Michael Graczyk, de 76 anos, acompanhou quase 500 execuções no Texas, incluindo duas em que agulhas saíram do lugar e precisaram ser reinseridas antes que o procedimento fosse concluído. Mas o repórter, que continuou cobrindo penas de morte mesmo após se aposentar da agência Associated Press, em 2018, disse nunca ter presenciado um caso como o de Christa Pike, que sobreviveu a duas doses do medicamento usado pelo Tennessee para executar condenados à pena capital. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Repórter que acompanhou quase 500 execuções nos EUA diz nunca ter visto caso como o de Christa Pike
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