Eliziane afirmou ver paralelo nos acontecimentos deste pleito eleitoral aos que antecederam os atos antidemocráticos do 8 de janeiro A senadora Eliziane Gama, que atuou como relatora da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do 8 de Janeiro, enviou nesta terça-feira (27) um ofício ao Ministério da Justiça e Segurança Pública solicitando reforço na segurança dos Poderes em Brasília.
Em suas redes sociais, Eliziane justificou que a fuga de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos e outros fatores reacendem alerta para possíveis atentados como aqueles que depredaram as sedes das instituições em Brasília em 8 de janeiro de 2023. 🚨🚨Urgente: Acabo de enviar ofícios para órgãos para reforço da segurança pública.
Sabotagem com ônibus em dia de votação, questionamento do resultado eleitoral e fuga de Flávio Bolsonaro acendem alerta. Fui relatora de CPMI e vejo paralelo com ações golpistas entre 2022/2023.
— Eliziane Gama (@elizianegama) October 27, 2026 No documento oficial endereçado ao atual Ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, Eliziane expressa preocupação com as contestações da legitimidade do pleito e as acusações dirigidas à Justiça Eleitoral e ao Supremo Tribunal Federal após a proclamação do resultado.
A senadora relembra a escalada de violência ocorrida após as eleições de 2022 — que envolveu bloqueios de rodovias, acampamentos em quartéis e tentativas de atentado a bomba — para justificar a necessidade de vigilância. Como relatora da CPMI que investigou as invasões do 8 de Janeiro, ela destacou ter acompanhado de perto as “falhas da coordenação dos órgãos responsáveis pela segurança” naquela ocasião.
Embora o texto pondere que o registro histórico não signifique a existência imediata de um plano em andamento, a senadora cobra do Ministério da Justiça cinco medidas práticas e preventivas: Vinicios Souza é editor e repórter no ND Mais, onde integra o Núcleo Nacional e escreve sobre fatos e assuntos de grande relevância e impacto na vida dos brasileiros.
Produz matérias sobre política, Judiciário e transparência pública, além de acompanhar atentamente acontecimentos que repercutem no Brasil e no mundo. Formado pela Unesa (Universidade Estácio de Sá), atua no jornalismo desde 2017 e acumula experiência em portais digitais, veículos impressos e comunicação empresarial.
Acompanhou de perto a imigração venezuelana em 2018 e suas implicações locais no Mato Grosso do Sul. É especializado em Jornalismo Político e Investigativo, possuindo conhecimento aprofundado no setor.
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