Rei Charles III sofre pressão para visitar vítimas de Epstein em visita aos Estados Unidos

 

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O rei Charles III recebeu novos apelos de uma sobrevivente de Jeffrey Epstein para que se encontre com outras vítimas antes de um discurso ao Congresso americano durante sua visita de Estado aos Estados Unidos ao lado do presidente Donald Trump .

Teresa Helm, uma das vítimas, disse à BBC que foi uma 'oportunidade perdida' para o monarca não ter se encontrado com sobreviventes de Epstein durante sua visita de Estado de quatro dias.

A pressão já ocorria até mesmo dentro do Reino Unido, especialmente pelo envolvido do seu irmão, Andrew Mountbatten-Windsor, em interações com Epstein e como o caso foi tornado público nos últimos meses.

Além disso, a pressão também se relaciona pelas diversas menções a Trump nos arquivos. Caso ele se encontrasse, poderia significar um confrontamento público, afirmam autoridades ao jornal Independent.

O monarca discursará no Congresso nesta terça-feira (28), sendo esta a segunda vez que um monarca britânico o faz, depois da Rainha Elizabeth II em 1991.

A rainha Camilla conversou com Michelle DeLaune, diretora executiva do Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas, em uma recepção no jardim na segunda-feira (27).

Questionada sobre se o rei e a rainha deveriam ter se encontrado com as vítimas e sobreviventes de Epstein, a Sra. DeLaune disse: 'Acho que essa deve ser uma escolha individual, do rei e da rainha'.

'Acredito que as vozes das vítimas e sobreviventes não só são ouvidas, como também há progresso. Continuaremos trabalhando para garantir que essas vozes sejam ouvidas com clareza'.

A expectativa é que ele diga que, embora o Reino Unido e os EUA nem sempre tenham concordado em tudo, eles 'sempre encontraram maneiras de se unir' em meio às tensões na 'relação especial' decorrentes da guerra com o Irã.

Ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor nos casos Epstein.

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