'Regionalismo possível': Brasil evita ideologia e busca agenda positiva com governos de direita da América Latina

 

Fonte:


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou ontem no Panamá e participa nesta quarta-feira do Fórum Econômico Internacional da América Latina e do Caribe com um objetivo claro em política externa: iniciar a construção do que interlocutores do governo brasileiro têm chamado de “o regionalismo possível”. Em um ano eleitoral no Brasil e após a vitória de candidatos de direita em eleições recentes no continente — com destaque para Chile, Bolívia e Equador, onde Daniel Noboa foi reeleito em 2025 — o petista decidiu adotar uma postura mais realista nas relações internacionais. Ciente de que a guinada à direita pode se aprofundar em 2026, com eventuais vitórias conservadoras na Colômbia e no Peru, o governo Lula tende a apostar na única forma de integração considerada viável nas atuais circunstâncias regionais e globais: a construção de uma agenda positiva, sobretudo econômica, mesmo com governos de orientação ideológica distinta. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.