Carolina Dieckmmann voltou a chamar atenção nas redes sociais ao mostrar um dos tratamentos estéticos que realiza no rosto.
A atriz contou que utiliza a radiofrequência monopolar, tecnologia não invasiva que emprega calor controlado para estimular processos relacionados à produção de colágeno.
A proposta é melhorar a firmeza e a qualidade da pele de forma gradual, sem alterar os contornos naturais da face.
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A tecnologia funciona a partir da emissão de energia de radiofrequência, que aquece determinadas camadas dos tecidos.
Esse estímulo térmico pode favorecer a contração das fibras de colágeno e a formação de novas estruturas ao longo do tempo, contribuindo para mudanças progressivas na textura e na sustentação.
Segundo a enfermeira e especialista em estética Bárbara Sossai Peres, o tratamento tem como característica justamente a evolução gradual dos resultados.
"A radiofrequência monopolar trabalha com o aquecimento controlado dos tecidos e estimula processos relacionados à produção de colágeno.
É uma tecnologia interessante para quem busca melhorar a firmeza e a qualidade da pele de maneira progressiva, preservando os traços naturais do rosto", detalha.
Como funciona a radiofrequência monopolar?
Ao contrário de procedimentos injetáveis, a radiofrequência não depende de agulhas para aplicar substâncias.
O equipamento transmite energia para os tecidos, elevando a temperatura de determinadas camadas e desencadeando respostas que podem contribuir para a remodelação do colágeno.
A aplicação pode ser feita em áreas como rosto, linha da mandíbula e pescoço, conforme a tecnologia disponível e a avaliação de cada paciente.
Os efeitos também não costumam ser imediatos: a evolução ocorre gradualmente nas semanas seguintes ao tratamento.
"É importante entender que não estamos falando de um efeito de preenchimento ou de uma mudança imediata no formato do rosto.
O objetivo é melhorar a estrutura e a qualidade da pele ao longo do tempo.
Por isso, o resultado costuma ser mais natural e progressivo", pondera.
Radiofrequência monopolar: saiba tudo sobre o tratamento facial de Carolina Dieckmmann
Reprodução Instagram
Radiofrequência substitui Botox ou preenchimento?
Não.
Embora todos possam fazer parte de tratamentos voltados à aparência da face, as tecnologias têm mecanismos e objetivos diferentes.
A toxina botulínica atua na contração de determinados músculos, enquanto o preenchimento acrescenta volume ou estrutura a áreas específicas.
A radiofrequência, por sua vez, utiliza o aquecimento dos tecidos como estímulo para processos relacionados ao colágeno.
"São tratamentos com objetivos diferentes e que podem, inclusive, fazer parte de um planejamento estético combinado.
A radiofrequência não substitui o Botox ou o preenchimento, assim como esses procedimentos não entregam exatamente o mesmo resultado de uma tecnologia de estímulo de colágeno", diferencia.
Para quem o tratamento é indicado?
A indicação depende de fatores como características da pele, idade, grau de flacidez, histórico de procedimentos e objetivo de cada paciente.
A técnica pode ser considerada por pessoas que percebem perda de firmeza e procuram uma alternativa não cirúrgica.
Estudos sobre diferentes protocolos de radiofrequência apontam resultados positivos em aspectos como firmeza e textura, especialmente em casos de flacidez leve a moderada.
"Antes de escolher qualquer tecnologia, é fundamental avaliar o rosto individualmente.
Nem toda queixa de envelhecimento é resolvida da mesma forma.
O tratamento precisa ser indicado de acordo com a necessidade daquela pele e com uma expectativa realista de resultado", orienta.
A busca por procedimentos que preservem a aparência natural também ajuda a entender o interesse por tecnologias de estímulo de colágeno.
No caso de Carolina, a atriz afirmou que não pretende modificar os traços, mas cuidar da aparência da pele.
"Hoje existe uma procura muito grande por tratamentos que valorizem a naturalidade.
A proposta não é transformar o rosto, mas cuidar da pele, estimular colágeno e melhorar a firmeza.
Quando existe uma indicação adequada e um protocolo bem executado, podemos buscar resultados sutis e progressivos", observa.
Radiofrequência monopolar: conheça o tratamento escolhido por Carolina Dieckmmann e entenda como ele age na pele
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