Para os quatro povos indígenas que formam a Alianza Ceibo, proteger a Amazônia vai além de impedir a exploração, mas também manter territórios ancestrais, transmitir conhecimentos entre gerações, preservar suas línguas e formas próprias de educação, garantindo que suas comunidades tenham voz sobre o futuro da floresta. É esse trabalho, que abrange mais de 2 milhões de hectares na Floresta Amazônica, que acaba de receber o Prêmio Gulbenkian para a Humanidade, no valor de € 1 milhão (R$ 5,85 milhões). Tal reconhecimento, porém, ocorre em um contexto em que povos indígenas ainda têm pouquíssima participação nas decisões sobre clima e biodiversidade, além de receberem um financiamento climático mínimo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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'Queremos que nos ouçam': Aliança indígena vence prêmio internacional por defesa da Amazônia em meio à luta por voz e recursos
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