Quem é a ex-namorada de Alanis Guillen que deverá ficar longe da atriz devido à medida protetiva

 

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Alanis Guillen parece viver um período turbulento na vida pessoal. Segundo a Folha de S. Paulo, a atriz conseguiu uma medida protetiva contra a ex-namorada, Giovanna Reis, com base na Lei Maria da Penha. Em seu pedido, Alanis relatou ameaças, perseguição e invasão de domicílio por parte da ex-companheira.

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Quem é Giovanna Reis?

Giovanna Reis

Reprodução/Instagram

O nome de Giovanna Reis ganhou visibilidade repentina nas redes sociais recentemente após a circulação de prints atribuídos a ela com conteúdo racista, homofóbico, transfóbico e gordofóbico. A repercussão do caso culminou no fim de seu relacionamento com a atriz Alanis Guillen e em seu impedimento de acessar um dos camarotes mais badalados do carnaval de Salvador.

Giovanna Reis tem 28 anos, nasceu no Rio de Janeiro e mantinha, até recentemente, uma rotina discreta e com baixa exposição pública. Ela atua como produtora e gestora de projetos do festival Rock The Mountain e também trabalha em um estúdio de arte e design.

Foi justamente no festival que o relacionamento com Alanis ganhou visibilidade. Na edição mais recente do evento, a atriz marcou presença para prestigiar a então namorada. "É muito bom. Eu tô aqui também por ela. A minha namorada está produzindo o festival, então eu vim prestigiar também. Muito legal", disse Alanis ao Gshow em 2025.

As duas teriam se conhecido por amigos em comum em 2022, pouco depois do encerramento das gravações de "Pantanal", novela da TV Globo em que Alanis interpretou a protagonista Juma Marruá. Por anos, o casal optou por manter a relação longe da exposição — foi só em 2025 que as duas passaram a aparecer juntas publicamente com mais frequência.

Giovanna Reis e Alanis Guillen

Reprodução

Marco no combate à violência doméstica

A medida protetiva inclui restrições típicas desse tipo de decisão, como a proibição de contato por qualquer meio e a obrigatoriedade de manter distância física mínima. Esse tipo de medida é previsto na Lei Maria da Penha e pode ser concedido de forma emergencial quando há indícios de risco à integridade física ou psicológica da vítima.

A Lei Maria da Penha, sancionada em 2006, é considerada um marco no combate à violência doméstica no Brasil. Embora frequentemente associada a casos envolvendo casais heterossexuais, sua aplicação também se estende a relações homoafetivas, como no caso envolvendo Alanis Guillen. O principal objetivo da legislação é prevenir e coibir situações de violência, garantindo proteção rápida e eficaz às vítimas.