Quanto vale a pena pagar no iPhone 17 Pro em 2026?
O iPhone 17 Pro chegou ao Brasil em setembro de 2025 com preços altos, mantendo a tradicional política de precificação da Apple somada à elevada carga tributária sobre eletrônicos no país. Na época do lançamento, o modelo de 256 GB custava R$ 11.499 nas principais lojas brasileiras, com versões maiores ultrapassando os R$ 14.000. 5 dicas para tirar fotos melhores com seu iPhone Qual é o melhor celular para fotos de cada marca no Brasil em 2025? Se você está planejando adquiri-lo em 2026, é importante ter em mente que o modelo seguirá custando um valor elevado – mas menos do que temos agora. Saiba até quanto vale a pena pagar: 📱 Os melhores cupons para comprar celular estão no WhatsApp do CT Ofertas Menor preço histórico Historicamente, os iPhones mais recentes quase não recebem descontos expressivos no Brasil durante períodos promocionais, como a Black Friday. Mesmo em novembro, as ofertas de iPhone 17 e 17 Pro trouxeram reduções modestas, geralmente em torno de 5% a 10%, com os preços da versão Pro caindo ocasionalmente para a faixa dos R$9.500 a R$ 10.000 nas maiores promoções. -Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.- Esse comportamento é típico: aparelhos premium tendem a manter preços altos por mais tempo, especialmente quando há grande demanda e pouca oferta com desconto real. Valores abaixo dos R$ 9.500 são raros e costumam ocorrer com cupons específicos ou estoques remanescentes. A comparação com o preço praticado internacionalmente também ajuda a entender o peso de pagar caro no Brasil. Relatórios recentes colocam o Brasil como um dos países com iPhones mais caros do mundo, atrás apenas da Turquia, com o iPhone 17 Pro custando mais que o dobro da versão equivalente nos Estados Unidos. O iPhone 17 Pro oferece a experiência máxima dentro da linha e o preço reflete isso (Ivo Meneghel/Canaltech) Quando observamos o desempenho do preço ao longo das semanas pós-Black Friday, percebe-se que os descontos diretos continuam modestos. Embora algumas lojas nacionais tenham antecipado reduções de preço logo após o lançamento, a variante Pro mostrou menos volatilidade — reforçando a ideia de que ele só se torna “barato” em promoções pontuais e não em quedas contínuas de preço. Quanto vale a pena pagar? A regra prática para consumidores atentos ao custo-benefício é clara: um preço próximo ao menor histórico (que seria R$ 9.500) representa um ponto de entrada mais atraente, enquanto preços próximos ao de lançamento devem ser enfrentados apenas por quem realmente valoriza ter o modelo mais recente sem dispor de paciência para esperar promoções maiores. O cenário pós-Natal e início de 2026 pode ser um momento especialmente interessante para quem acompanha preços: muitas lojas (especialmente as que trabalham com estoques maiores ou querem liberar produtos de 2025) tendem a reduzir ainda mais os valores quando a procura por celulares cai depois das festas. Tenha em mente que não será possível encontrá-lo por um preço acessível em 2026 (Ivo Meneghel/Canaltech) Promoções de queima de estoque ou cupons combinados com cashback podem empurrar o iPhone 17 Pro para faixas mais próximas de R$ 8.500 a R$ 9.000 – um patamar em que o custo-benefício começa a se justificar mais claramente frente a modelos mais antigos ou a alternativas Android top de linha. Em resumo, se você encontrar um iPhone 17 Pro custando R$ 9.000 ou menos no início de 2026, já pode-se dizer que é um “bom preço”. A queda real só tende a acontecer por volta de setembro, quando a Apple lançar seus próximos celulares. Quando o modelo cair para a casa dos R$ 6.000, aí sim teremos um desconto realmente relevante – mas ainda vai demorar. Compre o iPhone 17 Pro no Magalu Compre o iPhone 17 Pro no Mercado Livre Compre o iPhone 17 Pro na Amazon Leia mais no Canaltech: iPhone dobrável já tem preço? Veja o que já sabemos até agora Novos fones top da Samsung ganham detalhes de bateria; veja Xiaomi prepara "celular com bateria de tablet"; veja o que já sabemos Leia a matéria no Canaltech.
