247 – O presidente da Rússia, Vladimir Putin, dará destaque às prioridades da cooperação com os países africanos nas Nações Unidas durante seu discurso na primeira sessão plenária da cúpula Rússia-África. Segundo a agência TASS, o pronunciamento também abordará projetos econômicos, iniciativas culturais e intercâmbios educacionais, informou o assessor presidencial Yury Ushakov à imprensa, em Moscou, em 26 de outubro.
A atuação conjunta em organismos multilaterais será um dos eixos da exposição do presidente russo. De acordo com Ushakov, Putin tratará da crescente participação africana no cenário internacional e das relações com o continente em instituições globais e regionais.
“Nosso discurso se concentrará, em particular, no papel crescente da África, bem como nas prioridades do engajamento da Rússia com as nações do continente no âmbito da ONU e de outras importantes organizações internacionais e regionais”, afirmou o assessor. Além da agenda diplomática, Putin apresentará projetos e iniciativas que a Rússia desenvolve em parceria com países africanos.
A exposição abrangerá comércio, economia, relações culturais e humanitárias e cooperação educacional. O presidente também falará sobre o apoio russo ao desenvolvimento de nações do continente.
O relato de Ushakov não detalhou quais projetos serão mencionados no discurso nem apresentou valores, prazos ou países envolvidos nas iniciativas. A programação descrita pelo assessor concentra as discussões tanto na articulação internacional quanto nas diferentes áreas de cooperação entre os participantes.
Após a primeira plenária, a cúpula terá uma segunda sessão. Os trabalhos prosseguirão durante um almoço previsto para as 14h, quando poderão se pronunciar as delegações africanas que ainda não tiverem feito suas intervenções.
“Em seguida, haverá uma segunda sessão plenária. Os trabalhos e discussões continuarão em um almoço de trabalho, previsto para as 14h.
As delegações de países africanos que não se manifestaram durante a primeira sessão terão a palavra. Todos os chefes de delegação africanos, independentemente do seu nível de representação, terão a oportunidade de falar”, declarou Ushakov.
Brasil 247