"Desejamos êxito ao presidente reeleito e esperamos que seu governo saiba buscar a união dos brasileiros", disse o partido de Aécio Neves O PSDB cumprimentou o presidente Lula (PT) pela reeleição ao quarto mandato.
Em nota assinada por Aécio Neves, presidente nacional do partido, e Adolfo Viana, líder na Câmara, a legenda prometeu fazer as ‘críticas que julgar necessárias’, sem perder de vista os interesses do Brasil e dos brasileiros. “O PSDB Nacional cumprimenta o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva por sua reeleição à Presidência da República.
Os brasileiros fizeram sua escolha nas urnas, exercendo um direito que é uma das mais belas conquistas da nossa democracia: o de escolher livremente seus representantes. Desejamos êxito ao presidente reeleito e esperamos que seu governo saiba buscar a união dos brasileiros, respeitando as diferenças que fazem parte da vida democrática, e avance na solução dos problemas que afetam a vida dos brasileiros.
O PSDB seguira agindo com responsabilidade, equilíbrio e firmeza. Faremos as críticas que julgarmos necessárias, sem perder de vista que, acima das disputas políticas, devem estar sempre os interesses do Brasil e dos brasileiros.”
Integrantes do PL, partido de Jair e Flávio Bolsonaro, prometem atuar desde o início da próxima legislatura pela abertura de um processo de impeachment contra o presidente Lula (PT), reeleito no domingo, 25. O primeiro movimento dessa estratégia passa pela disputa pelo comando da Câmara e do Senado.
Se, diante de uma eventual vitória de Flávio, até setores mais pragmáticos do PL avaliavam que não seria conveniente para o partido controlar simultaneamente as duas Casas, esse cálculo mudou. A prioridade da legenda passou a ser conquistar as duas presidências para ampliar seu poder de decisão sobre eventuais pedidos de afastamento do presidente da República e criar condições políticas para levar adiante a ofensiva contra Lula.
A bancada do PL terá 121 deputados federais e 29 senadores na próxima legislatura. São números expressivos, mas insuficientes, por si só, para viabilizar um eventual processo de impeachment.
A legenda dependerá de uma coalizão com partidos do centrão para dar andamento à iniciativa.
O Antogonista