Professora pagou gasolina para aluno adolescente em troca de 'sexo' enquanto o marido estava viajando

 

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Uma professora casada presa por abuso sexual de aluno pagou a gasolina do carro do adolescente de 17 anos em troca de "sexo" enquanto o marido estava viajando. A revelação foi feita pela mãe da vítima de McKenna Kindred, de 27 anos.

O encontro ocorreu na casa de McKenna, em Spokane (Washington, EUA), em novembro de 2022, depois de meses de supostos flertes online, contou o "Daily Mail".

O dinheiro foi transferido para a conta do menor por meio de um aplicativo.

Embora tenha achado o pagamento "um tanto inapropriado", Beckley disse que não sabia qual professora o havia enviado nem o motivo perturbador, informou o jornal.

O caso foi descoberto depois que um amigo não identificado supostamente acessou uma das contas do Instagram do adolescente e encontrou as conversas de cunho sexual. Capturas de tela foram feitas e relatadas a um professor, que posteriormente contatou a Polícia de Spokane Valley.

"Quase fomos pegos. Fiquei triste quando aquele aluno entrou. Eu queria que você me abraçasse. Eu gosto muito de ser tocado por você", escreveu McKenna numa das mensagens.

Após a prisão, o celular de McKenna foi periciado. Novas mensagens vieram à tona. Numa delas, o estudante perguntou se a professora havia usado um brinquedo sexual enquanto pensava nele, ao que ela respondeu: "Usei".

Quando o adolescente sugeriu que ela deveria ter filmado para que ele pudesse assistir depois, McKenna retrucou: "Hum, da próxima vez preciso reaprender a usar o Snapchat, haha".

Após o crime ser denunciado à polícia, a mãe do menor forneceu aos investigadores mais provas. Ela disse ter visto vídeos e imagens explícitas que os dois trocaram online. A polícia interrogou o estudante, que afirmou ter começado a seguir McKenna no Instagram em junho de 2022 e que os dois trocaram mensagens e imagens explícitas. Ele contou aos investigadores que chegou à casa dela entre 18h30 e 19h, assistiu a um filme, a beijou e depois "fizeram sexo" no sofá antes de irem para o quarto dela, onde continuaram até por volta das 22h.

A professora foi demitida, mas, em acordo com a Promotoria, evitou pena de prisão.

O casal, que ainda está junto, mudou-se de estado, vivendo agora em Idaho (EUA).