A professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) Elizabeth Caramaschi apresentou melhora clínica, mas continua em estado grave. Segundo boletim divulgado pela família neste sábado, 24, a paciente permanece com ventilação mecânica em níveis mínimos e já iniciou a alimentação por sonda, que está sendo bem aceita.
Ela foi agredida no último dia 18 de outubro por um homem com uma garrafa de vidro. O suspeito permanece preso.
De acordo com o comunicado, a sedação é leve. A família informa que é provável que a professora não desperte até a realização da cirurgia, embora essa possibilidade não esteja descartada.
O boletim também aponta que a paciente está sem febre, com diurese presente e função renal estabilizada. A primeira cirurgia bucomaxilofacial está prevista para a próxima semana.
A família agradeceu as manifestações de apoio e as orações recebidas, além de destacar o trabalho das equipes médica e de enfermagem do Hospital de Urgências de Goiás (Hugo), onde Elizabeth está internada. Apesar dos sinais de melhora, os familiares ressaltam que o quadro ainda exige cuidados.
“Mais um dia, mais uma vitória. Seguimos firmes”, diz a mensagem divulgada.
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