Presidente do PSG, Nasser Al-Khelaifi é impedido de viajar para jogo contra o Chelsea por causa da tensão no Oriente Médio; entenda
O presidente do Paris Saint-Germain, Nasser Al-Khelaifi, não deve comparecer ao jogo desta quarta-feira entre PSG e Chelsea, pelas oitavas de final da Liga dos Campeões. O dirigente permanece no Catar em meio à escalada de tensão no Oriente Médio, após ataques atribuídos ao Irã contra o país do Golfo nos últimos dias.
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De acordo com informações da imprensa europeia, Al-Khelaifi decidiu priorizar a permanência no Catar diante do cenário de instabilidade na região. Com isso, ele acompanhará a partida à distância e não viajará a Paris para o confronto no Parc des Princes.
Na manhã desta terça-feira, o dirigente também não compareceu ao treino do PSG, rompendo uma tradição que mantinha desde que assumiu a presidência do clube, em 2011. A ausência reforça o momento de preocupação com a situação geopolítica envolvendo o Catar.
Sem o presidente no estádio, a representação institucional do PSG ficará a cargo do diretor esportivo Luis Campos, que deverá ocupar o camarote oficial ao lado da diretoria do Chelsea. O técnico Luis Enrique também assumiu parte das responsabilidades relacionadas à preparação da equipe para a partida.
Nas últimas horas, houve especulações sobre a possibilidade de Al-Khelaifi viajar para Paris em um voo de última hora para assistir ao jogo. A hipótese, porém, foi praticamente descartada, já que o cenário de segurança e as incertezas no tráfego aéreo na região dificultam deslocamentos internacionais.
O Catar tem sido alvo de ataques iranianos em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio, após a ofensiva militar dos Estados Unidos contra o Irã. O conflito elevou o nível de alerta na região e impacta diretamente a rotina de autoridades e empresários locais — incluindo o presidente do PSG.
