Presidente do PSG chama Luis Enrique de 'melhor decisão' e exalta nova era do clube: 'Tentei o contratar por 15 anos'
O presidente do Paris Saint-Germain, Nasser Al-Khelaifi, não escondeu a empolgação após a classificação da equipe para mais uma final da Uefa Champions League, nesta quarta-feira. Depois de anos marcados por eliminações traumáticas e investimentos bilionários sem retorno continental, o dirigente catariano afirmou viver o auge do projeto esportivo do clube e classificou a contratação de Luis Enrique como “a melhor decisão” de sua gestão.
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Em entrevista ao programa Golazo, da CBS Sports, Al-Khelaifi rasgou elogios ao treinador espanhol, responsável por conduzir o PSG à segunda final consecutiva da Champions — algo que não acontecia desde a sequência histórica do Real Madrid entre 2016 e 2018.
— Luis Enrique é realmente o melhor ativo, a minha melhor decisão. Converso com ele há 15 anos sobre a possibilidade de trabalharmos juntos. Ele é fantástico como treinador e também como pessoa. A maneira como lida com os jogadores, o dia a dia e até mesmo com a imprensa é impressionante — afirmou o dirigente.
O presidente do PSG foi além e declarou que o técnico “revolucionou o futebol”, não apenas dentro do clube francês, mas no cenário europeu.
— Tenho muito orgulho dele. Para mim, ele é realmente o melhor treinador do mundo — completou Al-Khelaifi, abraçando Luis Enrique durante a entrevista.
A fala simboliza uma mudança importante na filosofia esportiva do PSG. Após anos apostando em superestrelas individuais, o clube francês tenta consolidar um modelo mais coletivo e sustentável, centrado em jovens talentos, intensidade tática e espírito de grupo.
Segundo Al-Khelaifi, o atual elenco representa exatamente a identidade que o clube buscava construir.
— Eles não são apenas jogadores de futebol. São guerreiros. O mais importante é a forma como convivem, trabalham e se defendem dentro e fora de campo. Somos uma família — destacou.
O dirigente também reforçou a confiança no planejamento esportivo traçado para os próximos anos e afirmou acreditar que o PSG poderá dominar premiações individuais no futebol mundial.
— Este é um plano para o futuro. Estamos reunindo os melhores talentos para trabalharem juntos. Poderemos ter vencedores da Bola de Ouro nos próximos três, quatro ou cinco anos, com jogadores diferentes — projetou.
