Presidente do Paysandu explica política financeira e revela limite de gastos para novos reforços - QTU Questões do Universo

Presidente do Paysandu explica política financeira e revela limite de gastos para novos reforços

Fonte: Bandeira da fonte

O Paysandu trabalha com uma política de controle financeiro para evitar comprometer o caixa do clube em busca de resultados imediatos.
O presidente Márcio Tuma explicou que a diretoria possui uma projeção de receitas e despesas até o fim da temporada e que as contratações para reforçar o elenco serão realizadas dentro de uma margem previamente estabelecida.

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Segundo o dirigente, o fato de o clube apresentar recursos disponíveis não significa que exista dinheiro sobrando para ser gasto de forma indiscriminada.
Tuma afirmou que o Paysandu precisa manter o planejamento financeiro para cumprir os compromissos previstos e, ao mesmo tempo, investir no futebol.

“Esse é o preço da transparência.
Foi muito noticiado de uma forma positiva, que o Paysandu possui um saldo, tem recursos e as pessoas entendem com isso que o dinheiro está sobrando, que não queremos fazer as contratações e isso não é verdadeiro”, afirmou.

Tuma explicou que o clube trabalha atualmente com um planejamento que considera todas as receitas previstas e as despesas que ainda serão pagas até o fim do ano.
A partir desse cenário, a diretoria estabelece quanto pode ser destinado à chegada de novos jogadores.

“Hoje o Paysandu trabalha de uma forma profissional com suas finanças e temos todos os valores projetados até o final do ano, como receitas que temos para receber, despesas para pagar e temos uma margem para contratações e vamos trabalhar nessa margem”, disse.

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Paysandu pretende anunciar novos reforços

Mesmo com a cautela financeira, o presidente garantiu que o Paysandu pretende continuar reforçando o elenco.
O clube já anunciou três atletas recentemente e, de acordo com Tuma, novos nomes ainda podem ser contratados.

A ideia é equilibrar o investimento no futebol com a manutenção da saúde financeira do clube.
Para o dirigente, o Paysandu não pode comprometer recursos futuros em busca de um acesso imediato.

“Trouxemos três atletas e temos a intenção de fazer novos anúncios para que possamos reforçar o elenco, sem esquecer da nossa responsabilidade administrativa”, declarou.O presidente afirmou que o planejamento faz parte de um projeto de médio e longo prazo para recolocar o Paysandu na elite do futebol brasileiro.
Tuma defendeu que o clube precisa buscar resultados esportivos sem abrir mão do equilíbrio financeiro.

“Desde o início falo que temos que respeitar o Paysandu e sua parte financeira, pois o nosso projeto é de médio a longo prazo, para levar o clube para elite e não conseguir classificação e acesso a qualquer custo.
Temos que conseguir fazendo mais com menos”, afirmou.

‘Bicho’ também segue dentro do orçamento

A política de controle de gastos também se estende às premiações pagas ao elenco.
Tuma explicou que os valores foram definidos em acordo com os jogadores no início da temporada e que, na Série C, as premiações foram estabelecidas por ciclos.

O dirigente negou que o valor pago após a partida contra o Confiança-SE seja o mesmo que circulou publicamente e afirmou que os números das premiações são tratados internamente pelo clube.

“O combinado nunca sai caro.
No início do ano foi feito um acordo em relação às premiações válido para todas as competições.
Na Série C, esse acordo foi feito por ciclos, que terminou justamente na partida contra o Confiança-SE”, explicou.

Tuma garantiu que os pagamentos estão dentro da capacidade financeira do Paysandu e que não há insatisfação entre os jogadores em relação à política adotada.

“O pagamento de bicho é dentro da possibilidade do Paysandu, cabe no bolso do clube e também motiva os atletas.
Não existe nenhuma insatisfação e nenhum tipo de excesso de bicho”, afirmou.

Para o presidente, a manutenção desse modelo faz parte da estratégia de administrar o clube com responsabilidade enquanto o Paysandu busca retornar à elite do futebol brasileiro.