Presidente da Viradouro, Marcelinho Calil emagreceu 8kg com dedicação a desfile em homenagem a Ciça; veja antes e depois
Marcelinho Calil, presidente da Viradouro, escola campeã do carnaval 2026, contou ao GLOBO que emagreceu pelo menos oito quilos com a dedicação ao desfile em homenagem a Mestre Ciça.
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— É falta de exercício, falta de alimentação (risos). Muita dedicação ao carnaval. Como a esposa também é do carnaval, os dois entram na doideira, né? O carnaval exige física e mentalmente. Mas de forma alguma estou reclamando da vida. É só uma constatação. De fato, nesse período a gente dá uma enxugada — diz ele, chamando Marcella Alves, porta-bandeira do Salgueiro de esposa.
Calil tem como ex-mulher a influenciadora Thamires Hauch, que em fevereiro de 2025 disse ter ficado com a "ferida aberta" por conta de rumores de traição.
O tempo passou e, há sete dias, Marcella Alves compartilhou no Instagram uma declaração de amor ao marido, que a prestigiou no ensaio técnico do Salgueiro: "O destino é surpreendente… Um encontro feliz e predestinado aconteceu em nossas vidas, e assim nos descobrimos. Em tão pouco tempo, descobri o quanto é gostoso estar ao seu lado, ser sua amiga, parceira, ouvinte e sua mulher! Nosso Carnaval está bem pertinho, e estaremos lado a lado, emanando energia positiva um para o outro e torcendo pelo sucesso um do outro. Que nossos ancestrais nos abençoem! 😉Te Amo , Marcelinho Calil".
Marcella Alves, porta-bandeira do Salgueiro, e Marcelinho Calil, presidente da Viradouro, se relacionam desde 2025
Reprodução
Durante a concentração da Viradouro, Calil se dedicou a falar do legado de Mestre Ciça e de seus mais de 55 carnavais. Perguntado sobre a Viradouro fazer o desfile mais caro da década, o presidente da Viradouro despistou e brincou: “É um carnavalzão”. Na noite desta segunda (16), a Vermelho e Branco de Niterói apresentou um verdadeiro espetáculo, como um leão que rugia e balançava patas e cabeça, além de um carro alegórico que comportou toda a bateria, Juliana Paes e Mestre Ciça.
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O carnavalesco da Viradouro, Tarcísio Zanon, já tinha classificado como uma "declaração de amor " a Ciça a homenagem. Calil faz coro e frisa que alçar o mestre a tema do carnaval é fazer justiça:
— O sentimento da homenagem ao Ciça é de alegria, imensa felicidade, justiça e merecimento. É um cara que dedicou a vida ao carnaval. Cria do bairro do Estácio, berço do samba. A história dele se mistura à história do samba. Esse filhote de leão que cresceu no Morro do São Carlos chegou onde chegou. Passou por tantas escolas; a ousadia foi a sua marca, fez a Sapucaí tremer em vários momentos. E, desta vez, não é diferente: é homenagear um baluarte, uma referência, um nome que está no panteão dos sambistas, ao lado de poucos outros.
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Thayná Rodrigues
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