Presa nos EUA, esposa do cantor sertanejo Henrique deu versões divergentes à polícia
A empresária Amanda Vasconcelos Tavares Reis, de 28 anos, esposa do cantor sertanejo Henrique, que faz dupla com Juliano, foi presa em Orlando, na Flórida, por dirigir sem a carteira de habilitação válida e não atender à ordem de parada dos policiais. Após ser detida, Amanda apresentou versões divergentes sobre o episódio.
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Primeiro, disse que ouviu as luzes e a sirene, mas não tinha certeza de que eram direcionadas a ela. Em seguida, afirmou que não ouviu nenhum sinal sonoro ou visual.
Depois, conforme o documento, ela voltou atrás e declarou que percebeu a sirene, mas acreditou que a abordagem era destinada a outro veículo, alegando que teria tentado sair do caminho em algumas ocasiões.
Diante dos fatos, Amanda foi presa em casa. Ela chegou a ser algemada. Segundo o g1, abrasileira foi detida na segunda-feira e passou a noite na prisão.
Liberação após pagamento de fiança
Na última terça-feira, Amanda passou pela audiência de custódia e foi liberada após pagamento de fiança. De acordo com o portal “Metrópoles”, a Justiça americana fixou o valor em US$ 1.000 (cerca de R$ 5,2 mil).
Segundo o registro oficial do Gabinete do Xerife do Condado de Orange, ela enfrenta duas acusações criminais. O motivo principal da prisão é a fuga de uma abordagem policial. Além disso, as autoridades registraram uma contravenção de segundo grau por dirigir veículo motorizado sem habilitação válida.
Pelos documentos a que o g1 teve acesso, Amanda disse aos policiais durante a abordagem que “não achou que estava sendo parada”. Além disso, ela apresentou a carteira brasileira, mas devia ter o documento americano por ter visto ativo e residência fixa.
Conforme a polícia americana, Amanda estava dirigindo uma Dodge Ram e passou a ocupar a faixa pontilhada, que configura uma violação por mudança de faixa indevida. Quando os policiais consultaram o número da placa no sistema de informações sobre crimes da Flórida, identificaram que a empresária não tinha habilitação válida.
Os policiais acionaram as sirenes e luzes vermelhas e azuis, mas o carro de Amanda continuou em velocidade normal, “passando por uma entrada de garagem onde poderia ter parado”. Segundo o registro do caso, os oficiais acreditaram que a empresária iria parar o veículo, mas ela continuou trafegando pela rua.
Em nota, o consulado brasileiro nos Estados Unidos informou que “está disponível para prestar assistência consular à nacional”. A defesa de Amanda e a assessoria da dupla não retornaram os contatos da reportagem.
