Após as eleições presidenciais, notícias falsas começaram a circular nas redes sociais sobre mortes que teriam ocorrido em Rio Verde, em Goiás, em decorrência de conflitos políticos. A Prefeitura e a Polícia Civil negaram que as situações tenham resultado em mortes e esclareceram que os episódios registrados no município foram casos isolados de agressão.
O que se tem registrado são duas ocorrências de lesão corporal. Uma delas envolveu uma briga entre dois homens que já se conheciam, em um bar.
A outra foi registrada durante uma manifestação política e ganhou repercussão após a divulgação de um vídeo que mostra um homem sendo espancado por um grupo de pessoas. Até o momento, os nomes dos envolvidos não foram divulgados, e as circunstâncias das agressões seguem sob investigação da Polícia Civil de Goiás (PCGO).
Além das publicações que atribuem mortes aos episódios de violência, também circularam informações de que a Sala Vermelha do Hospital Municipal Universitário (HMU) teria ficado lotada em decorrência das ocorrências. A Prefeitura desmentiu a informação e alertou para a disseminação de conteúdos falsos que podem provocar uma sensação artificial de insegurança na população.
Em nota divulgada na segunda-feira, 26, a administração municipal reforçou que não houve mortes relacionadas aos dois episódios e pediu que a população verifique a veracidade das informações antes de compartilhá-las. Leia a nota na íntegra:
“Diante da circulação de notícias falsas (fake news) sobre casos de violência em Rio Verde, a Prefeitura esclarece que, na noite de 25 de outubro, após a apuração dos votos, foram registrados dois episódios de violência, sem mortes. As ocorrências seguem sob investigação da Polícia Civil.
Também é falsa a informação de que a Sala Vermelha do Hospital Municipal Universitário (HMU) ficou lotada em decorrência dessas ocorrências. A Prefeitura reforça a importância de verificar a veracidade das informações antes de compartilhá-las, evitando a disseminação de conteúdos falsos que geram desinformação na população.”
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