É preciso fortalecer a autonomia do BC

 

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A relação entre presidentes da República e dirigentes de bancos centrais é, historicamente, terreno fértil para tensões. Enquanto a classe política costuma buscar estímulos econômicos de curto prazo, voltados a ciclos eleitorais, cabe à autoridade monetária a tarefa de preservar a estabilidade dos preços, às vezes por meio de medidas impopulares. Um estudo recente, intitulado “Political Pressure on the Fed”, de Thomas Drechsel, ajuda a quantificar o custo dessa interferência, com base numa série histórica que cobre quase um século da economia norte-americana. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.