Posto de Mileide Mihaile como rainha de bateria da Unidos da Tijuca está ameaçado após 'reajuste'

 

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Nem mesmo a sensação que causou e as críticas favoráveis em sua estreia como rainha de bateria no Grupo Especial do Rio podem fazer com que Mileide Mihaile permaneça no cargo. A Unidos da Tijuca ainda não renovou com ela e o posto está ameaçado por uma questão recorrente no carnaval carioca: o valor do cargo.

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Segundo pessoas ligadas à agremiação, o presidente Fernando Horta já tem propostas de musas de outras escolas para 2027. Acontece que em 2026, Mileide recebeu o convite para ser a rainha por meio de um empresário que detinha a "vaga", pois havia injetado R$ 390 mil na escola, que perdeu Lexa após ela ter complicações na gestação e o posto ficou em aberto.

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Se no primeiro ano Mileide não teve que desembolsar qualquer quantia para vir à frente dos ritmistas, o presidente está irredutível sobre a "venda". E ainda reajustou o valor em quase 30% após a bateria ser Estandarte de Ouro este ano. Ou seja, para brilhar e ter um segundo ano na ecola, a influenciadora teria que pagar quase R$ 500 mil.

Mileide Mihaile, rainha de bateria da Unidos da Tijuca

Fabiano Rocha / Agência O Globo

O assunto já começou a ser discutido em rodinhas da comunidde e também de outras escolas, que poderiam perder algumas de suas musas, já que as moças estão por aí em longos telefonemas com o chefão da Tijuca.

Mileide Mihaile, rainha da Unidos da Tijuca

Paulo Nicacio/Reprodução/Instagram

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Mileide Mihaile é a nova rainha de bateria da Unidos da Tijuca

Fagner Soares/ Palmer Assessoria de Comunicação