Polícia suspeita que jovem morta após réveillon no Guarujá foi executada pelo tribunal do PCC

 

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O delegado Thiago Nemi Bonametti, da Divisão Especializada de Investigações Especiais (Deic), contou em entrevista que a jovem que desapareceu após o réveillon no Guarujá, litoral de São Paulo, foi possivelmente morta pelo tribunal do tráfico do Primeiro Comando da Capital (PCC). Maria Eduarda Cordeiro da Silva, de 20 anos, sumiu no dia 2 de janeiro, no entanto, sua morte só foi confirmada na última quinta-feira, após quatro pessoas suspeitas de participarem do crime serem presas. Segundo o delegado, a vítima teria sido condenada à morte por suspeita de integrar uma facção rival, o Comando Vermelho (CV).

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— Ela realmente era integrante de uma facção rival, pelo menos há um ano ela era. E ela divulgava isso nas redes sociais, o que chamou a atenção do grupo rival da região. Então eles tentaram identificar onde ela estaria, já que ela fazia várias menções a facção rival, inclusive ostentando armas de fogo e os símbolos do grupo — disse o agente ao G1.

O corpo da jovem ainda não foi localizado.

Prisões

Três homens e uma mulher foram presos temporariamente por policias da 3ª Delegacia de Homicídios, com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE). Eles são investigados pelos crimes de organização criminosa e homicídio qualificado.

As investigações da Polícia Civil revelaram que a jovem foi arrebatada e morta pelo PCC com a ajuda de um motorista de aplicativo e um casal.