PM recua e diz que homem morto em ação da Rota não era suspeito de atentado contra tenente baleado em SP
A Polícia Militar esclareceu, nesta quinta-feira, que o homem morto durante uma ação da Rota no Jardim Guaianazes, na Zona Leste de São Paulo, não era apontado pela corporação como suspeito da tentativa de homicídio contra o tenente Ronickson Pimentel dos Santos, 39, baleado na cabeça no último sábado em São Caetano do Sul, no ABC Paulista.
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Em nota, a PM afirmou que as equipes foram ao local para averiguar uma denúncia sobre uma eventual participação indireta do indivíduo no crime.
Segundo a corporação, durante a abordagem o homem reagiu armado contra os policiais, que revidaram.
Ele foi baleado, chegou a ser socorrido, mas morreu.
A ocorrência foi registrada como morte decorrente de intervenção policial e será investigada.
O atentado contra Ronickson Pimentel é investigado pela Polícia Civil, que apura a participação de integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).
A Justiça já decretou a prisão temporária de dois suspeitos de envolvimento no ataque.
O tenente permanece internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André.
Segundo o boletim médico mais recente divulgado pela Polícia Militar, ele apresenta evolução favorável e boa resposta ao tratamento.
Entre os avanços registrados estão a suspensão da medicação para manutenção da pressão arterial, estabilidade da pressão intracraniana, preservação da função renal e ausência de febre.
O oficial segue sedado, intubado e em ventilação mecânica, enquanto a equipe médica avalia iniciar a redução da sedação nos próximos dias, caso não haja novas intercorrências.
