Perícia vai analisar refrigerante após cinco pessoas da mesma família passarem mal no interior do ES

 

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A Polícia Civil vai analisar a garrafa de um refrigerante consumido por cinco pessoas da mesma família que passaram mal em Ecoporanga, no Noroeste do Espírito Santo. O caso ocorreu na última quinta-feira, após a bebida ser comprada em um bar da cidade.

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Entre os afetados estão quatro crianças, uma adolescente e um homem adulto. As vítimas são crianças de 8, 10 e 11 anos, uma adolescente de 14 anos e um homem de 43 anos.

Após consumirem o refrigerante, todos começaram a apresentar sintomas de intoxicação e foram levados para hospitais da região algumas horas depois.

A menina de 11 anos recebeu alta na sexta-feira. Os demais pacientes deixaram o hospital no sábado e continuam a recuperação em casa.

A Polícia Militar foi acionada para prestar apoio ao Conselho Tutelar durante o atendimento da ocorrência, já que havia crianças entre as vítimas. Durante a ação, a garrafa da bebida foi recolhida e encaminhada para perícia.

Análise busca identificar possível substância tóxica

O restante do líquido que sobrou na garrafa foi entregue às autoridades e será submetido a análise técnica para verificar se há alguma substância anormal ou tóxica no conteúdo.

O delegado Kleber de Almeida, titular da Delegacia de Polícia de Ecoporanga, informou à TV Gazeta que o material já está à disposição dos peritos.

— O refrigerante já se encontra à disposição da perícia, para verificar se há indícios ou resquícios de veneno no conteúdo que sobrou.

Outro detalhe observado é que as informações de validade e lote da bebida estavam apagadas. Esses dados normalmente ficam registrados na tampa da garrafa.

Sintomas começaram após consumo da bebida

A bebida foi comprada pela avó das crianças, Maria Sandra de Oliveira. Segundo ela, a garrafa estava lacrada no momento da compra.

De acordo com o relato, a adolescente de 14 anos foi a primeira a passar mal. Em seguida, os primos mais novos começaram a apresentar sintomas.

A dona de casa Lorrayne Veloso, mãe de um dos meninos, afirmou à TV Gazeta que os sintomas surgiram cerca de duas horas depois do consumo da bebida.

Entre os sintomas relatados estão desmaios, tremores, falta de ar, dor na barriga e sensação de espuma na boca.

— Elas desmaiavam, voltavam, desmaiavam, voltavam, a gente colocava de pé e ficavam tremendo. O menor falou que estava com falta de ar e dor na barriga, e sentia a boca como se estivesse espumando — relata.