Pensamento de Trump para a política externa dos EUA 'segue uma lógica caótica', afirma especialista
Cerca de um mês antes de invadir a Venezuela para capturar o presidente Nicolás Maduro, o governo de Donald Trump ressuscitou, na forma de sua nova estratégia de segurança nacional, a Doutrina Monroe, do Século XIX, que declarou o Hemisfério Ocidental (leia-se, as Américas) como sua esfera de influência. Nas décadas seguintes, com a doutrina em mente, os EUA realizaram intervenções, apoiaram golpes de Estado e pressionaram pela saída de regimes que não lhes agradavam. Mas nenhum presidente havia atacado um país da região como o fez Trump na madrugada de sábado, e declarado de maneira tão explícita que o objetivo não tinha a ver com democracia, segurança coletiva ou autodeterminação, mas sim com petróleo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
