A terça-feira (3) será de eleição no Paysandu. Mas somente para os cargos nos Conselhos Deliberativo e Fiscal.
Na presidência, Márcio Tuma terá o mandato prolongado por mais dois anos por ser candidato único ao principal cargo do clube. WhatsApp: saiba tudo sobre o Paysandu
A partir das 16h, os mais de 1.400 sócios, entre natos, remidos e proprietários, que estão aptos para votar na eleição do Paysandu vão definir os rumos do clube pelos próximos dois anos. A votação vai até às 21h no salão nobre da Sede Social do clube.
Em seguida, acontece a apuração dos votos. VEJA MAIS
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[[(standard.Article) Com títulos, mas sem acesso, Paysandu já tem base do elenco para 2027]] No cargo de presidente, Márcio Tuma, apesar de ser candidato único, precisa ter 50% +1 voto para ser eleito, conforme prevê o estatuto do clube, para o biênio 2027-28.
Intitulada "Papão da Curuzu", a chapa liderada por Tuma tem como vices Diego Moura e Ícaro Sereni, que já ocupam estes cargos na atual gestão bicolor. Já entre os cargos no Conselho, o estatuto do Paysandu prevê 25 integrantes efetivos e outros 25 suplentes para o Condel e cinco membros para o Fiscal.
Nesta terça-feira deve ser definido ainda o novo presidente e diretoria da Assembleia Geral do clube. Ao todo, 43 sócios estão inscritos para concorrer aos cargos no Conselho Deliberativo do Paysandu.
Já para o Conselho Fiscal, apenas oito candidaturas foram inscritas. Desafios
Quando aclamado ao final da noite desta terça-feira, Márcio Tuma vai para o primeiro ciclo completo como presidente do Paysandu. Então vice de Roger Aguilera, na eleição de 2024, Tuma assumiu a presidência do clube em dezembro de 2025, quando Aguilera renunciou ao cargo.
Naquele momento, ele teve como primeira ação o pedido de recuperação judicial do clube para evitar a falência em meio a milionária dívida com o elenco que disputou a Série B do mesmo ano. O débito beirava a casa dos R$ 16 milhões.
Márcio Tuma, Roger Aguilera e Diego Moura: trio foi eleito para presidir o Paysandu na eleição de 2024. (Jorge Luís Totti/Paysandu)
Agora, com a nova gestão prestes a iniciar, Tuma terá, entre outros, como desafios adequar as finanças do clube para começar o pagamento da recuperação judicial e recolocar o clube na Série B do Campeonato Brasileiro, objetivo que escapou neste ano no último minuto do jogo que encerrou o quadrangular da Série C do Brasileirão contra o Brusque.
"A meta sempre vai ser subir (de divisão). Sempre vai ter o acesso (de divisão).
A meta principal. Agora, claro, que a gente vai disputar outras competições.
Esse ano nós chegamos na quinta fase da Copa do Brasil. Foi uma participação inédita, muito boa do Paysandu.
A gente pretende, pelo menos, igualar (em 2027), mas quem sabe ampliar, chegar nas oitavas. A gente está buscando trabalhar novos horizontes.
2027 e 2028 não vai ser diferente", disse Márcio Tuma em outubro durante entrevista ao Grupo Liberal. Neste ano, o primeiro de Tuma à frente do clube, o Paysandu conquistou a tríplice coroa com os troféus do Campeonato Paraense, Copa Norte e Copa Verde, sendo a sexta da história bicolor.
O Liberal