Patricia Poeta fala das novidades do 'Encontro', da sua rotina à frente do programa e da decisão de não desfilar na Sapucaí este ano
No próximo dia 23, Patricia Poeta apresentará mais uma edição itinerante do “Encontro”. Desta vez, a cidade escolhida será o Rio de Janeiro. Ela comandará a atração diretamente do Morro da Urca e apresentará reportagens gravadas em lugares como Madureira. A apresentadora fala sobre a iniciativa de gravar fora do estúdio:
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— Começamos timidamente há três anos. O retorno foi tão bom que em 2025 fizemos seis edições, e este ano dobraremos para doze, praticamente uma por mês. Sentimos um carinho muito especial quando viajamos. As pessoas sentem que deixamos o estúdio para ir até elas. A intenção é mostrar um pouco do Brasil para o Brasil: nossa cultura, nossos sotaques, nossa gente. A logística é pesada. Eu trabalho 15 dias direto para cada uma dessas edições. Saio do programa de sexta e vou direto para o aeroporto. Passamos o fim de semana gravando na cidade e, na segunda, fazemos o programa ao vivo de lá. Mas o retorno é maravilhoso. Se você me perguntar o que eu mais curto fazer no programa hoje, sem dúvida é encontrar as pessoas. Amo o estúdio e a plateia, mas poder sair e mostrar o nosso Brasil tem sido algo fundamental.
Em julho, Patricia completará quatro anos à frente do “Encontro”. Ela fala sobre a sua rotina diária:
— Eu caio da cama às 4h30 da manhã, todos os dias. Com o tempo, fui me acostumando. Ajuda o fato de eu ser uma pessoa diurna e, principalmente, de gostar do que eu faço. Quando o despertador toca, penso: "Vamos lá, é para fazer uma coisa boa". A manhã é uma correria: vejo os jornais, ajudo a fechar o programa, vou me maquiando e tomando café, tudo junto. Depois, temos reunião com o diretor, com a equipe toda, gravo a chamada e entro no ar.
A apresentadora conta que, para 2026, uma de suas metas é conseguir aproveitar mais a vida:
— Quero ter um pouquinho mais de vida social. Eu me divirto muito com o que faço, mas, por ser tão trabalhadora e acordar tão cedo, acabo deixando a diversão de lado. Sou muito CDF, se tenho que acordar às 4h30, não vou sair até as 2h da manhã. Este ano, por exemplo, decidi não desfilar no carnaval para poder descansar. Em janeiro, realizei um desejo antigo de ir à Semana de Alta Costura em Paris, que foi um trabalho intenso. O carnaval exige uma dedicação enorme, com academia e ensaios. Eu não sei entrar nas coisas de qualquer jeito, entro com responsabilidade. Então, este ano, preferi só curtir e descansar.
Em dezembro, no "Encontro", Patricia recebeu a taróloga Glória Britho, que fez uma previsão sobre como seria o 2026 da apresentadora. Ela disse que a carta escolhida representa, entre outras coisas, amor e casamento. Patricia comenta a previsão:
— Vamos ver se ela acerta. Deixa fluir. No momento, estou casada com o trabalho (risos).
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Este ano, Patricia também passa por um momento de tranquilidade após um período de muita tensão em 2025. O filho dela, Felipe, precisou passar por várias cirurgias e internações após contrair uma infecção. Foram cerca de seis meses de idas e vindas ao hospital até a sua recuperação:
— O segundo semestre do ano passado, para mim, foi basicamente o hospital onde meu filho estava. Foi uma experiência muito forte e angustiante como mãe, ver um filho passar por tudo o que ele passou. Terminei o ano emocionalmente esgotada. Isso me deixou mais sensível. Teve um dia no programa que não consegui segurar o choro, coisa que, como jornalista, sempre evitei. Minha rotina era chorar no cantinho do camarim, ir para o ar levar alegria para as pessoas e depois voltar para a minha dor. O trabalho, por outro lado, me ajudava a ter um pouco de leveza. Foi um ano de vários testes. Foram seis meses assim, sendo que no último ele ficou um mês e meio direto. Mas, graças a Deus, ele está bem, retomando o trabalho. Acho que tudo isso vem com um ensinamento e nos fortaleceu como família.
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Patricia Poeta e o filho, Felipe
Reprodução/Instagram
