Passageiro é detido após morder comissária em voo entre Austrália e EUA; vídeo

 

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Um passageiro neozelandês foi detido no Taiti após causar tumulto e, segundo a companhia aérea australiana Qantas, morder uma comissária de bordo durante um voo entre a Austrália e os Estados Unidos. O caso ocorreu na última sexta-feira no voo QF21, que partiu de Melbourne com destino a Dallas, e levou a aeronave a fazer um pouso não programado em Papeete, capital do Taiti.

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De acordo com informações divulgadas pelo jornal espanhol “20 Minutos”, o avião havia decolado por volta das 14h30 no horário local e estava no ar havia cerca de sete horas quando o comportamento agressivo do passageiro obrigou a mudança de rota. A empresa informou que membros da tripulação e outros passageiros precisaram intervir para conter o homem, acusado de atacar e morder uma aeromoça durante o trajeto.

Em nota, a Qantas afirmou que o passageiro foi proibido permanentemente de embarcar tanto em voos da companhia quanto da Jetstar, sua subsidiária de baixo custo.

"A segurança e o bem-estar de nossos passageiros e funcionários são nossa prioridade absoluta", declarou a empresa.

Confusão foi registrada em vídeo

Após o pouso no Taiti, autoridades locais prenderam o suspeito, cuja identidade não foi divulgada. O voo permaneceu em solo por várias horas antes de seguir viagem até Dallas. Segundo a companhia, não houve registro de ferimentos graves.

Imagens divulgadas nas redes sociais pelo comediante australiano Mike Goldstein mostram o passageiro discutindo de forma exaltada com integrantes da tripulação e insultando funcionários enquanto era orientado a se dirigir à parte traseira da aeronave. O vídeo, no entanto, não registra a suposta agressão física.

Confira:

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Nas gravações, o homem aparece cambaleando e com a fala arrastada, afirmando que queria “sair para fumar um cigarro”. O Ministério dos Negócios Estrangeiros e Comércio da Nova Zelândia confirmou à imprensa local que tinha conhecimento da detenção de um cidadão neozelandês no Taiti em 16 de maio, mas não forneceu mais detalhes por questões de privacidade.

O episódio se soma a outros casos recentes de indisciplina em voos comerciais, levando companhias aéreas a endurecer punições e reforçar alertas sobre comportamentos agressivos dentro das aeronaves.