Parkinson: tratamento em teste com células-tronco consegue criar novos neurônios saudáveis (e isso poderá mudar o curso da doença)
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Estima-se que mais de 10 milhões de pessoas tenham o diagnóstico de Parkinson no mundo. Para elas, a ciência avançou a ponto de oferecer de opções farmacológicas e cirurgicas que são capazes de impactar nos sintomas deflagrados pela doença. Ou seja, dores, dificuldades de locomoção, tremores, entre outros efeitos que, progressivamente, acompanham o paciente. Uma inovação que parte de células-tronco reprogramadas aprovada neste ano no Japão, porém, pode significar um passo da ciência em direção à maior lacuna na lida com a doença: tentar barrar a progressão (até aqui) inevitável desse disturbio neurológico. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
