Para quem vai a 10? Neymar? Vini Jr.? Confira quem disputa número eternizado por Pelé
A definição da camisa 10 da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 se transformou em um dos debates mais simbólicos da era Carlo Ancelotti. Com a presença de Neymar ainda indefinida até a convocação final, a próxima segunda-feira (18), o número mais emblemático do futebol brasileiro segue sem dono absoluto.
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Nos últimos amistosos da seleção contra França e Croácia, quem apareceu com a camisa 10 foi Vinicius Júnior. O atacante do Real Madrid herdou o número após a ausência de Rodrygo, que foi cortado da Copa por conta de uma lesão no joelho.
A escolha reforçou o crescimento de protagonismo de Vini Jr. dentro da seleção. Principal nome brasileiro no futebol europeu nos últimos anos, o atacante já havia vestido a camisa 10 em amistosos anteriores e também na estreia de Ancelotti no comando da equipe, diante do Equador.
Já Raphinha, destaque do FC Barcelona, também aparece como opção pela importância tática conquistada no ciclo recente. Ele herdou o número histórico em duas oportunidades em 2024, contra Venezuela e Uruguai.
Neymar permanece na pré-lista da Copa e ainda tenta convencer Ancelotti de que reúne condições físicas para disputar o torneio nesta semana decisiva. Caso seja convocado, a tendência natural seria a devolução da camisa 10 ao maior artilheiro da história da seleção brasileira.
Desde 2023, porém, Neymar não atua pelo Brasil em razão da grave lesão sofrida no joelho esquerdo. O atacante do Santos FC vive corrida contra o tempo para recuperar sequência e condicionamento físico.
'Correm por fora'
Enquanto isso, outros nomes aparecem como possibilidades secundárias para o número histórico.
Lucas Paquetá, atualmente no Flamengo, é visto como um dos jogadores de maior confiança de Ancelotti no meio-campo. Em suas últimas convocações, soma seis jogos, um gol e uma assistência.
Outro nome que ganhou espaço recentemente é Matheus Cunha. O atacante do Manchester United participou de oito partidas nas últimas listas, embora ainda busque maior protagonismo ofensivo na seleção.
