Capitais e outras cidades brasileiras tiveram registros de panelaços no início da sabatina realizada pela Rede Globo com o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), no fim da edição do Jornal Nacional desta sexta-feira (16). A emissora convidou os dois presidenciáveis para uma entrevista comandada pela jornalista e apresentadora Renata Lo Prete. Na última quinta-feira (15), foi a vez do presidente Lula (PT) responder as perguntas.
Flávio Bolsonaro na TV Globo: Colunistas do GLOBO analisam em tempo real a entrevista com o bolsonarista Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza e Salvador foram algumas das cidades em que moradores filmaram as fachadas dos prédios de suas ruas ao som das batidas nas panelas.
Sabatina no JN: Redução da maioridade, 'não sabia' sobre o Bolsa Família, festas de Vorcaro; a entrevista de Lula à Globo em seis pontos Nas redes: TSE tem maioria para manter decisão que proíbe Meta de limitar alcance de conteúdo político e favorecer candidatos A manifestação política contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi convocada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), que vem articulando ações de eleitores de Lula nesta campanha de segundo turno.
“Pessoal, urgente! Hoje, às 9 horas da noite, o Brasil inteiro, de ponta a ponta, vai bater panela enquanto o nosso adversário, que eu nem falo o nome, estiver dando entrevista lá na Globo. Eu quero que vocês peguem uma colher e batam na panela, mas batam até amassar. Depois, troquem, comprem outra panela, comprem outra colher. Depois vocês dão um jeito. Mas é para bater a colher na panela sem dó!”, convocou o deputado, nas redes sociais.
Janones também é o criador do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, onde dá orientações aos militantes e eleitores do atual presidente. No final de semana, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques determinou a suspensão do grupo a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, que alegou comportamento inautêntico dos integrantes do canal, difusão de boatos e "missões" de compartilhamento em massa. No entanto, ele voltou a funcionar, com autorização de Nunes Marques, depois que a área técnica do TSE afirmou não ter identificado postagens com fake news citadas por Flávio entre as mensagens do canal de apoiadores de Lula, já com milhões de participantes.
O Globo