Pai de Kompany revela rotina de 18 horas de trabalho por dia do técnico do Bayern

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Fonte da notícia: O Globo O Globo

O técnico do Bayern de Munique, Vincent Kompany, chegou ao limite na última sexta-feira. O belga de 40 anos desmaiou no centro de treinamento do clube e precisou ser levado ao hospital, depois de enfrentar uma infecção viral nos dias anteriores.

O episódio chamou atenção para a rotina de trabalho do treinador, que, segundo seu pai, Pierre Kompany, costuma dedicar até 18 horas por dia à profissão. Flamengo na final da Libertadores? Nem sempre um bom direito, que aos olhos da lei faça justiça, transmite sensação de justiça

Com menos um, Lille de Davide Ancelotti segura empate com Mônaco de Filipe Luís e se mantém na liderança na França Em entrevista ao jornal alemão Bild, em abril de 2025, Pierre descreveu um filho que chega cedo ao centro de treinamento e costuma ser o último a sair.

A carga de trabalho, segundo ele, deixa pouco espaço para pausas e até para a convivência com os próprios filhos. — Ele já era disciplinado como jogador, mas, como treinador, é ainda mais exigente.

Tem uma rotina diária que quase não permite folgas. Chega ao centro de treinamento bem cedo e é o último a sair à noite.

Geralmente trabalha 18 horas por dia — afirmou Pierre. A dedicação ao trabalho contrasta com o momento vivido pelo treinador.

Na semana passada, Kompany já havia precisado reduzir suas atividades por causa de uma infecção viral. Mesmo debilitado, acompanhou o Bayern no empate por 2 a 2 com o Arsenal, pela Liga dos Campeões, na quarta-feira.

Depois da partida, reconheceu que não havia dado a devida atenção aos sinais do próprio corpo. — Como treinador, você sempre quer fazer tudo.

Peguei um vírus bem forte na semana passada e, claro, não ouvi meu corpo — disse. A causa do desmaio ainda não foi esclarecida publicamente.

O Bayern informou que o estado de saúde do treinador era estável, mas ele precisou passar por exames médicos. Não há confirmação de que a rotina intensa de trabalho tenha provocado o episódio.

Pierre também relacionou a disciplina do filho à educação recebida em casa. Ele e a mulher, Jocelyne, que morreu em 2007, ensinaram os filhos a enfrentar o racismo e as barreiras sociais com dedicação e resultados.

A mensagem, segundo ele, era que precisariam se esforçar mais do que os outros para alcançar seus objetivos.

Publicação Original O Globo oglobo.globo.com
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