Um dos avanços da COP17, a conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade que acabou este sábado (31) em Yerevan, na capital da Armênia, mistura natureza e doses de ciência, ações do setor privado e muita diplomacia. É a base de um dos mecanismos financeiros da agenda da biodiversidade, o Fundo Cáli, e atende pela sigla DSI – ou dados sobre o sequenciamento genético digital dos recursos naturais.
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