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A classificação do PCC e do CV como organizações terroristas integra um reposicionamento geral do governo americano em sua política contra o narcotráfico, fruto de uma articulação que envolve o senador Flávio Bolsonaro, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e seu entorno. Para além do debate polarizado, o fato merece uma análise técnica, porque revela uma janela de oportunidades, mesmo considerando riscos e prejuízos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
